sexta-feira, 7 de março de 2014

Um Tira Gosto do Pensamento Liberal

A primeira coisa que vem a minha cabeça quando se fala em igualdade depois de ter sofrido uma lavagem cerebral marxista é, justamente seu antônimo, ou seja, desigualdade. Lembro-me das aulas de história e geografia política, ainda na época da extinta URSS, do esforço de meus doutrinadores em contrapor o socialismo ao capitalismo usando o discurso igualdade versos desigualdade, onde o primeiro estava ligado àquela e o segundo a esta. Esse discurso vem sempre acompanhado das palavras “justiça social” o que é curioso.
A igualdade socialista é compulsória e, por isso mesmo, jamais poderia ser chamada de justiça social. Pelo contrário, ela é extremamente injusta e autoritária. Enxerga no Estado e em suas leis o mecanismo para tornar mais igualitária uma sociedade.
Vejamos o seguinte exemplo: se a pessoa A produz X de riqueza para um país e a pessoa B produz X – 1000, porque o Estado entende como justo retirar de quem produziu mais e dar a quem produziu menos? O argumento socialista aqui está na presunção (ou preconceito) de que A obteve mais oportunidades não merecidas do que B. Evidentemente esta presunção nem sempre está correta e, mesmo quando está, ainda assim teríamos que olhar para o passado familiar de ambos, posto que, em algum momento alguém da família A pode ter optado por acumular riquezas para seus descendentes enquanto na família B esta preocupação não existiu ou foi mitigada.
Esses exemplos são abundantes, basta olhar à nossa volta. É claro que também existem exemplos onde a riqueza foi derivada de crimes e, portanto, ilícitas. De certo, essas devem ser combatidas, mas o socialismo não distingue o joio do trigo. Para ele a igualdade deve ser alcançada a qualquer preço, mesmo produzindo injustiças, privando-nos de liberdades, desvalorizando o trabalho individual e os sacrifícios, às vezes feitos por gerações, para se obter, merecidamente, algum benefício futuro.
Fica claro que a igualdade, em si mesma, não quer dizer absolutamente nada. Trata-la de maneira compulsória trará, inevitavelmente, injustiças e não justiça social, e, a longo prazo, paralisará a economia de uma sociedade.
Percebemos então que a primeira manipulação que sofremos de nossos professores é a ideia de que o socialismo produz igualdade justa e o capitalismo desigualdade injusta. O que ocorre é justamente o contrário, ou seja, a igualdade socialista é injusta, posto que compulsória e a desigualdade capitalista é justa já que se dá pelo merecimento. Quem produz mais, merece e, portanto, é justo receber mais. Injusto é retirar dessas pessoas a riqueza produzida em nome de se reparar uma desigualdade que não se sabe como ocorreu e nem mesmo se o desafortunado corroborou para sua situação de penúria. Isto, como diria Luiz Felipe Pondé, é uma maneira de infantilizar o indivíduo que, então, precisa de um tutor; o Estado.
Mas é sobre Frédéric Bastiat e não de Pondé que quero falar hoje. Mais especificamente sobre sua Magnum opus “A Lei”. É preciso que o leitor tenha em mente que “A Lei” foi escrita em 1850.
      Bastiat via na lei um instrumento que teria apenas e somente a função de resguardar a vida, faculdade e produção, em outros termos indivíduo, liberdade e propriedade. Sempre que a lei fugisse de sua função de legítima defesa dos direitos individuais através da coletividade, isto é, sempre que ela se preocupasse com alguma coisa que não fosse com a defesa da vida (individualidade), da faculdade (liberdade) e da produção (propriedade), ela estaria sendo pervertida. Em suas próprias palavras a lei “é a organização coletiva do direito individual de legítima defesa”. Portanto, quando o Estado, através de seus governantes usa a lei para tirar de alguém e dar a outrem perverte-a de maneira injustificável. A esta perversão Bastiat chamou de espoliação legal.
Claude Frédéric Bastiat observou que, pela natureza do homem, este tem, quase sempre, o desejo de perverter a lei em benefício próprio. Sua observação partiu da comparação entre os períodos anteriores e posteriores ao sufrágio universal.

Antes do sufrágio universal o poder político estava na mão de poucos e, portanto, a espoliação legal era pequena. Ela normalmente aparecia através de subsídios concedidos pelo Estado a um pequeno grupo que o controlava. Na prática, espoliava a propriedade da população através de impostos que serviam apenas para conceder benefícios injustos a uma minoria. Na medida em que outros atores começaram a figurar no cenário do poder político a perversão da lei aumentou. Isto em absoluto quer dizer que o pensamento liberal é contrário ao sufrágio universal, pelo contrário, é apenas uma triste constatação de que, quando se chega ao poder os homens tendem a se comportar como aqueles que já estão lá, ou seja, em vez de combaterem a perversão da lei antes imposta, passam a usa-la da mesma forma.
Trazendo o raciocínio de Bastiat aos tempos de hoje será que encontraríamos eco em seu discurso? Os amigos do rei continuam recebendo benesses do Estado? Temos subsídio para empresas de ônibus, subsídios agrícolas, bancos públicos fazendo empréstimos a juros subsidiados a determinados empresários e artistas sendo financiados através da lei Rouanet? Os que chegaram ao poder combateram ou resolveram perverter a lei em benefício próprio? Temos cotas raciais, bolsa família, lei Maria da Penha, aborto como um direito da mulher, criminalização da “homofobia”? Se respondermos afirmativamente então veremos que os liberais já ensinavam uma grande lição há mais de 150 anos, e passaremos a entender, um pouco, porque as medidas acima são propostas por socialistas que enxergam na lei um objeto de espoliação da propriedade privada, de nossas liberdades e até de nossas vidas.

Obs: “A Lei” pode ser encontrada e baixada gratuitamente no site do instituto Ludwig von Mises o endereço é este http://www.mises.org.br/ 

domingo, 16 de fevereiro de 2014

Por que o Brasil não possui oposição?


Para entendermos porque o Brasil não possui oposição, vale uma comparação entre o mesmo e o México. O majestoso artigo escrito pelo Nobel de Literatura, Mario Vargas Llosa, em seu livro “Sabres e Utopias”, fala de uma “ditadura perfeita” criada pelo PRI (Partido Revolucionário Institucional) que ficou 71 anos no poder no México.  Algumas semelhanças saltam aos olhos. Vou transcrever trechos do artigo em preto e tecer alguns comentários em vermelho.
“... o PRI... se apoderou deum Estado que, desde então, molda e administra em proveito próprio, confundindo-se com ele de uma maneira tão sutil quanto a que ocorre com os três famosos integrantes da Santíssima Trindade...” (O PT também resolveu confundir governo, Estado e partido.)
“...Para todos os efeitos práticos o México é hoje o PRI, e o que não é  PRI, inclusive seus críticos  e adversários mais enérgicos, também age, de uma maneira misteriosa, genial e horripilante, no sentido de perpetuar o controle do PRI sobre a vida política e a sociedade mexicana. Durante muito tempo, o próprio PRI fabricava e subsidiava os seus partidos de oposição...” (Assim como Eva, PSOL é uma costela política do PT, foi fabricado por este. E por que não considerar o PSB como um partido subsidiado pelo PT? Afinal, mamou nas tetas do governo até 2013 para agora lançar candidatura própria como se fosse um partido de oposição. Sem falar que a vice-presidente da chapa, Marina Silva, não abre mão do PT no Acre.)

“...Cabe assinalar, em favor do sistema priista, a política do regime em relação aos intelectuais, os quais sempre soube retrucar e colocar a seu serviço, sem exigir em troca a cortesania ou o servilismo abjetos que um Fidel Castro ou um Kim II Sung exigem de seus intelectuais. Ao contrário, dentro do sofisticado maquiavelismo do sistema, cabe ao intelectual um papel que, ao mesmo tempo que serve pqra eternizar o engodo de que o México é uma democracia pluralista e de que nela reina total liberdade, libera-o de escrúpulos e lhe outorga uma consciência limpa:...” (O que falar do PSDB? Seu líder máximo,  ex-presidente e INTELECTUAL Fernando Henrique Cardoso trata Lula como se fosse seu filho. Impediu o impeachment deste em 2005 quando descoberto o mensalão e duvidou das denúncias feitas por Romeu Tuma Junior em seu livro “Assassinatos de Reputações” quando esse disse que Lula colaborou com a ditadura. Ora, como alguém que foi achincalhado por Lula pode nutrir tamanho respeito pelo mesmo?)

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Desta vez, exponho na íntegra o que Mario Vargas Llosa escreveu sobre a ida de Lula a Cuba. O texto foi publicado no Estado de São Paulo e em seu livro Sabres e Utopias - Visões da América Latina. Neste último o título do texto é: Lula e os Castro no jornal o título era A decepcionante visita de Lula. O texto é magnífico. Não atoa o autor é premio Nobel de Literatura. Existem diferenças pequenas entre o texto publicado no Estadão e no Livro.  Prefiro a do último mas utilizo a do jornal. Motivo? Ruborizo-me, preguiça. Vamos a ele!  


Minha capacidade de indignação política atenua-se um pouco nos meses do ano que passo na Europa. Suponho que a razão disso seja o fato de que, lá, vivo em países democráticos nos quais, independentemente dos problemas de que padecem, há uma ampla margem de liberdade para a crítica, e a imprensa, os partidos, as instituições e os indivíduos costumam protestar de maneira íntegra e com estardalhaço quando ocorrem episódios ultrajantes e desprezíveis, principalmente no campo político.

Entretanto, na América Latina, onde costumo passar de três a quatro meses ao ano, esta capacidade de indignação volta sempre, com a fúria da minha juventude, e me faz viver sempre temeroso, alerta, desassossegado, esperando (e perguntando-me de onde virá desta vez) o fato execrável que, provavelmente, passará despercebido para a maioria, ou merecerá o beneplácito ou a indiferença geral.

Na semana passada, experimentei mais uma vez esta sensação de asco e de ira, ao ver o risonho presidente Lula do Brasil abraçando carinhosamente Fidel e Raúl Castro, no mesmo momento em que os esbirros da ditadura cubana perseguiam os dissidentes e os sepultavam nos calabouços para impedir que assistissem ao enterro de Orlando Zapata Tamayo, o pedreiro pacifista da oposição, de 42 anos, pertencente ao Grupo dos 75, que os algozes castristas deixaram morrer de inanição - depois de submetê-lo em vida a confinamento, torturas e condená-lo com pretextos a mais de 30 anos de cárcere - depois de 85 dias de greve de fome.

Qualquer pessoa que não tenha perdido a decência e tenha um mínimo de informação sobre o que acontece em Cuba espera do regime castrista que aja como sempre fez. Há uma absoluta coerência entre a condição de ditadura totalitária de Cuba e uma política terrorista de perseguição a toda forma de dissidência e de crítica, a violação sistemática dos mais elementares direitos humanos, de falsos processos para sepultar os opositores em prisões imundas e submetê-los a vexames até enlouquecê-los, matá-los ou impeli-los ao suicídio. Os irmãos Castro exercem há 51 anos esta política, e somente os idiotas poderiam esperar deles um comportamento diferente.

DESCARAMENTO

Mas de Luiz Inácio Lula da Silva, governante eleito em eleições legítimas, presidente constitucional de um país democrático como o Brasil, seria de esperar, pelo menos, uma atitude um pouco mais digna e coerente com a cultura democrática que teoricamente ele representa, e não o descaramento indecente de exibir-se, risonho e cúmplice, com os assassinos virtuais de um dissidente democrático, legitimando com sua presença e seu proceder a caçada de opositores desencadeada pelo regime no mesmo instante em que ele era fotografado abraçando os algozes de Zapata.

O presidente Lula sabia perfeitamente o que estava fazendo. Antes de viajar para Cuba, 50 dissidentes lhe haviam pedido uma audiência durante sua estadia em Havana para que intercedesse perante as autoridades da ilha pela libertação dos presos políticos martirizados, como Zapata, nos calabouços cubanos. Ele se negou a ambas as coisas.

Não os recebeu nem defendeu sua causa em suas duas visitas anteriores à ilha, cujo regime liberticida sempre elogiou sem o menor eufemismo.

Além disso, este comportamento do presidente brasileiro caracterizou todo o seu mandato. Há anos que, em sua política exterior, ele desmente de maneira sistemática sua política interna, na qual respeita as regras do estado de direito, e, em matéria econômica, em vez das receitas marxistas que propunha quando era sindicalista e candidato - dirigismo econômico, estatizações, repúdio dos investimentos estrangeiros, etc. -, promove uma economia de mercado e da livre iniciativa como qualquer estadista social-democrata europeu.

Mas, quando se trata do exterior, o presidente Lula se despe de suas vestimentas democráticas e abraça o comandante Chávez, Evo Morales, o comandante Ortega, ou seja, com a escória da América Latina, e não tem o menor escrúpulo em abrir as portas diplomáticas e econômicas do Brasil aos sátrapas teocráticos integristas do Irã.

O que significa esta duplicidade? Que Lula nunca mudou de verdade? Que é um simples mascarado, capaz de todas as piruetas ideológicas, um político medíocre sem espinha dorsal cívica e moral? Segundo alguns, os desígnios geopolíticos para o Brasil do presidente Lula estão acima de questiúnculas como Cuba, ou a Coreia do Norte, uma das ditaduras onde se cometem as piores violações dos direitos humanos e onde há mais presos políticos.

O importante para ele são coisas mais transcendentes como o Porto de Mariel, que o Brasil está financiando com US$ 300 milhões, ou a próxima construção pela Petrobrás de uma fábrica de lubrificantes em Havana. Diante de realizações deste porte, o que poderia importar ao "estadista" brasileiro que um pedreiro cubano qualquer, e ainda por cima negro e pobre, morresse de fome clamando por ninharias como a liberdade? Na verdade, tudo isto significa, infelizmente, que Lula é um típico mandatário "democrático" latino-americano.

Quase todos eles são do mesmo feitio, e quase todos, uns mais, outros menos, embora - quando não têm mais remédio - praticam a democracia no seio dos seus próprios países, mas, no exterior, não têm nenhuma vergonha, como Lula, em cortejar ditadores e demagogos, porque acham, coitados, que desta maneira os tapinhas amistosos lhes proporcionarão uma credencial de "progressistas" que os livrará de greves, revoluções e de campanhas internacionais acusando-os de violar os direitos humanos.

Como lembra o analista peruano Fernando Rospigliosi, em um artigo admirável: "Enquanto Zapata morria lentamente, os presidentes da América Latina - entre eles o algoz cubano - reuniam-se no México para criar uma organização (mais uma!) regional. Nem uma palavra saiu dali para exigir a liberdade ou um melhor tratamento para os mais de 200 presos políticos cubanos." O único que se atreveu a protestar - um justo entre os fariseus - foi o presidente eleito do Chile, Sebastián Piñera.

De modo que a cara de qualquer um destes chefes de Estado poderia substituir a de Luiz Inácio Lula da Silva, abraçando os irmãos Castro, na foto que me revoltou o estômago ao ver os jornais da manhã.

Estas caras não representam a liberdade, a limpeza moral, o civismo, a legalidade e a coerência na América Latina. Estes valores estão encarnados em pessoas como Orlando Zapata Tamayo, nas Damas de Branco, Oswaldo Payá, Elizardo Sánchez, a blogueira Yoani Sánchez, e em outros cubanos e cubanas que, sem se deixarem intimidar pelas pressões, as agressões e humilhações cotidianas de que são vítimas, continuam enfrentando a tirania castrista. E se encarnam ainda, em primeiro lugar, nas centenas de prisioneiros políticos e, sobretudo, no jornalista independente Guillermo Fariñas, que, enquanto escrevo este artigo, há oito dias está em greve de fome em Cuba para protestar pela morte de Zapata e exigir a libertação dos presos políticos.

O curioso e terrível paradoxo é que no interior de um dos mais desumanos e cruéis regimes que o continente conheceu se encontrem hoje os mais dignos e respeitáveis políticos da América Latina

Agora sou eu de novo. Lula já tem amor incondicional por Fidel há séculos. Mesmo antes do famigerado Foro de São Paulo.

domingo, 18 de agosto de 2013

Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil

     Olá leitores! Um livro que acho especialmente interessante é o Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil de Leandro Narloch. O livro trata de diversos assuntos polêmicos para nossa época, em especial dois: Escravidão e Comunistas (nome dos capítulos do livro). O trecho do livro que escolhi está no capítulo Comunistas e talvez tenha sido o que mais me impactou. O título do capítulo se chama "Elza, a Olga que Prestes matou".
     Seu nome era Elvira Cupello Calônio, seu codinome Elza. Esta história aconteceu muito antes da revolução de 1964, se deu na década de 30. Elza era uma menina de 16 anos que os comunistas tentaram faze-la passar por 21 para amenizar a barbárie que cometeram. Por apenas suspeitarem, sem ter nenhuma prova concreta de uma possível traição, Elza, que era namorada de Antonio Maciel Bonfim, codinome Miranda, secretário-geral do Partido Comunista Brasileiro, foi condenada a morte e executada em 2 de março de 1936. Seu crime? Uma suspeita insana do "herói" comunista brasileiro de que Elza fosse informante da polícia.
     Para esclarecer dois pontos do parágrafo anterior: Por que Elza tinha 16 e não 21 anos?  Em primeiro lugar porque os médicos legistas da menina assim confirmaram. Depois porque os próprios militantes como, por exemplo, Maria Werneck de Castro, afirmaram que  Elza não aparentava mais do que 16 anos.
     Sobre as suspeitas serem infundadas: Os próprios companheiros de Prestes tentaram convence-lo a não seguir com a execução, posto que a menina havia passado por um interrogatório exaustivo, criado por um espião russo chamado Stuchevski, sem cair em contradição. Alertaram também para uma possível repercussão negativa caso o caso viesse a ser descoberto. Mas Prestes estava convencido e ordenou o assassinato. Este e mais 3 envolvidos foram condenados a penas de 20 a 30 anos pelo crime e posteriormente anistiados por Getúlio Vargas em 1945.

Obs.: Na época, o caso hoje tão esquecido, realmente repercutiu tão mal que, até a Internacional Socialista em Moscou investigou o caso e apontou Prestes, como mandante, Martins e Francisco Lyra como executores.

    Meus comentários: A máxima de que comunista come criancinha é irreal mas, se os mesmos não são canibais, são assassinos e matam quem for necessário porque o indivíduo não é nada e o delírio da causa coletiva está acima de qualquer vida humana. Lamentável...
   
   

Apresentação do Blog

     Este blog não destina-se a fazer uma resenha de livros mas sim cita-los e comentá-los. Obviamente serão bem recebidas críticas, positivas ou não, aos comentários. Não pretendo apagar nenhum comentário ainda que ofensivo. Só não digo que nunca apagarei porque sou humano e talvez alguém consiga me tirar do sério o suficiente. Mas certamente isso só acontecerá caso o nível fique muito abaixo do lamentável.
     Minhas posições ao longo do que for escrevendo traçarão um perfil do que sou e, portanto, não vou me rotular deixo a cargo de quem por ventura vier a lê-lo.
     Desde de já, agradeço o tempo dispendido aos leitores. Espero que gostem e desgostem.